Meu
nome é Keylla e tenho 25 anos. Optei pela realização pessoal antes da profissional e financeira, e ainda não me
arrependi. Estou muito feliz com meu casamento e com os meus dois filhos,
que preenchem a minha vida mais do que qualquer profissão faria. Agora
que já me realizei contruindo uma família linda, pretendo voltar à
minha carreira em 2007. Enquanto isso, trabalho meio horário e fico com
meus maiores tesouros de manhã.
E
por falar em tesouros, eles são: a Mariana, que tem 2 anos completados
dia 28 de agosto e o Eduardo, que nasceu no dia 31 de janeiro desse ano.
Junto
conosco está o meu companheiro, sem o qual eu não estaria realizando meu
sonho dourado: Guto, que tem 26 anos, com quem me casei no dia 15 de outubro de 2003 e com quem sou feliz desde 22 de
março de 2002.
Ai, ai; dias divertidos e cansativos. Na quinta à noite fomos pra São Paulo. Fomos de leito, dormi mal pra caramba (com medo de esmagar o Eduardo, rs). Fomos pra casa da minha sogra, Mariana foi ver os presentinhos que ganhou, meus sogros colocaram suas malas (as nossas nem chegamos a tirar do carro) e fomos pra Praia Grande. Sol não muito forte, bom pras crianças, Eduardo ficou bonitão deitadinho na areia e Mariana foi pra farra. Voltamos pra casa cedo, umas 15 horas, tomamos banho e fomos almoçar. Passeamos um pouco, fomos a uma feirinha de artesanato (e badulaques em geral, rs), voltamos pra casa. Mariana apagou, eu e Guto demos uma saidinha, andamos um pouco pela praia, voltamos pra casa. No outro dia cedo, fomos nós pra praia. Solzinho fraco, gostoso, Mariana na farra de novo, disse que agora ela ia nadar sozinha, hehehehe. Aprendeu a pular onda e até tomou um caldinho, rs. Eduardo bonitão dormiu o tempo todo (mas não faz outra coisa mesmo, rs), voltamos pra casa no mesmo horário do dia anterior, eu com uma dor de cabeça horríiiiiiivel, só saímos pra almoçar e eu voltei pra casa. O pessoal ficou na praia tomando água de coco e eu fui pra cama, umas 19 horas. No domingo parecia que não ia dar praia mesmo, resolvemos subir a serra cedo ainda. Chegamos em São Paulo, Mariana achou o ovo que o coelhinho tinha deixado pra ela (isso é a melhor coisa do mundo, ver a carinha dela achando o ovo de páscoa...), fomos almoçar numa cantinha no Bexiga. Comi demaaaaaaaais; em casa ainda comi bolo do aniversário da minha sogra, bombom... Passeamos mais um pouco pelo bairro mesmo, fomos ao shopping (Mariana brincou bastaaaante), voltamos pra casa e arrumamos as coisas pra voltar pra casa. A viagem de volta foi um desastre a parte, não vou nem comentar pq estraga o feriado, hehehehe.
Enfim, foi bom. Ri muito, nos divertimos e cá estou eu, doida pra chegarem as férias e eu poder curtir um pouquinho mais meus fiotinhos. Como comentei com a Letícia semana passada, acho que quando chega o segundo filho a gente passa a gostar até mais do primeiro, rs.
Publicado pela
Mamãe em 2:40 PM
Segunda-feira, Abril 10, 2006
Ah, se o dia tivesse 30 horas...
Eu queria muito que o dia tivesse pelo menos 30 horas. Mas, enquanto isso não acontece, rs, vamos tentando fazer tudo nas 24 mesmo.
Esse fim de semana Mariana foi à casa da mãe da minha vizinha, que é doceira. Sei lá o que ela aprontou, que ela ganhou o bolo do aniversário! Bom demais; até me animou a retomar os preparativos pro aniversário dela, hehehe. Hoje de manhã ela começou a gemer e se arrastar, falando que era nenenzinho; aí eu disse a ela que então eu ia ligar pro Coelho da Páscoa e cancelar o ovo de páscoa dela, porque neném não come ovo de páscoa, só criança; e que o Eduardo não ganharia ovo de páscoa pois ele é neném. Depois de um tempo pensando, me volta ela: mamãe, eu sou quiança, né? Tsc, tsc... pelo menos por enquanto temos uma boa desculpa pra ela deixar de ser neném, rs. E, voltando ao post anterior, resolvi seguir algumas sugestões dadas nos comentários (obrigada, meninas!), e também reforçar em casa o que ela está aprendendo na escolinha.
Agora, falando do Eduardo; ele está muito fooooofo! Cada dia mais gordinho, mais pesadinho, mais espertinho. Não cabe mais na banheira, vamos ter que arrumar uma maior. Segunda feira passada ele foi para a escolinha; e ele tem dado muito menos trabalho do que quando estava com a minha mãe. Mama 200 ml às 14 e às 17 religiosamente, e dorme o resto do tempo. Quando não dorme, fica quietinho no carrinho mesmo. Em casa, durante a manhã, ele também não tem me dado muito trabalho, acorda às 8, mama, arrota, troco a fralda, se a Mariana já estiver acordada fica no berço brincando com o móbile, fazendo barulhinhos; se a Mariana estiver dormindo ainda, dorme também. Acorda às 11, dou banho, mama, e fica esperando a hora de ir pra escolinha (às 12). Chego na escola pra pegar ele entre 17:30 e 18, chegando em casa ele mama, por volta de 19:00, fica acordado durante o lanche lá de casa, mama de novo às 21, troco a fralda e ele dorme. Acabou. E depois dizem que os bichinhos dão trabalho, rs. Agora ele está interagindo mais, dá muita risada, quase gargalhada, rs; firma o pescocinho e consegue olhar de um lado pro outro deitado de bruço; parece reconhecer o nome (olha na direção de quem fala Dudu, mas Eduardo não).
Há muito tempo (ainda no Doze Meses) tinha postado sobre o amor de mãe, sobre como lidar com isso tendo mais de um filho. Hoje falo pra vocês: pelo menos pra mim, o amor é imenso, gigante, mas diferente. Sinto como se a intensidade fosse a mesma, mas de forma diferente. Eu que tenho um casal, vejo a Mariana como a minha princesa, meiga, doce, carinhosa, linda, a quem eu devo proteger, a "emoção"; e o Eduardo eu vejo como o meu rapaz, forte, cativante, lindo (gostosinho e fofinho, rs), mas menos indefeso, a "razão". Nao sei como posso ter sentimentos tão distintos por crianças tão pequenas, mas eu sinto assim. Olho pras carinhas deles e vejo tudo isso que estou falando agora, nem sei porque. Mas o amor, aquele amor que nos move, que nos faz fazer qualquer coisa por eles, esse é o mesmo, idêntico. Abraço, beijo, faço carinho, aperto, cheiro os dois, do mesmo jeito, com o mesmo carinho; mas sei, sinto, vejo que são pessoas completamente diferentes.